quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Dia da Criança - Reflexão


“Toda criança tem direito à vida, saúde, liberdade, educação, cultura e dignidade.” É o que diz o Estatuto da Criança e do Adolescente.



Apesar de alguns avanços importantes como a redução da mortalidade infantil, ainda existem cerca de 30 milhões de crianças brasileiras em situação de pobreza no país. Milhares estão privadas de serviços e direitos essenciais como acesso prioritário à saúde, segurança alimentar e nutricional, educação de qualidade, acesso à água de qualidade e saneamento básico. Muitas sofrem com a ausência de um ambiente protetor, o que as torna vulneráveis às situações de violência, abusos, exploração, discriminação e negligência.



Por exemplo:

  • No Brasil 29% da população vive em famílias pobres, mas, entre as crianças, esse número chega a 45,6%.
  • Na região do Semiárido, onde vivem 13 milhões de crianças, mais de 70% das crianças e dos adolescentes são classificados como pobres.
  • Aproximadamente uma em cada quatro crianças de 4 a 6 anos estão fora da escola. 64% das crianças pobres não vão à escola durante a primeira infância. A desnutrição entre crianças menores de 1 ano diminuiu em mais de 60% nos últimos cinco anos, mas ainda cerca de 60 mil crianças com menos de 1 ano são desnutridas.
  • Com 98% das crianças de 7 a 14 anos na escola, o Brasil ainda tem 535 mil crianças nessa idade fora da escola, das quais 330 mil são negras. Nas regiões mais pobres, como o Norte e o Nordeste, somente 40% das crianças terminam a educação fundamental. Nas regiões mais desenvolvidas, como o Sul e o Sudeste, essa proporção é de 70%.
  • A cada dia, 129 casos de violência psicológica e física, incluindo a sexual, e negligência contra crianças e adolescentes são reportados, em média, ao Disque Denúncia 100. Isso quer dizer que, a cada hora, cinco casos de violência contra meninas e meninos são registrados no País. Esse quadro pode ser ainda mais grave se levarmos em consideração que muitos desses crimes nunca chegam a ser denunciados.
  • As crianças e os adolescentes são especialmente afetados pela violência. Mesmo com os esforços do governo brasileiro e da sociedade em geral para enfrentar o problema, as estatísticas ainda apontam um cenário desolador em relação à violência contra crianças e adolescentes.



Na semana que se comemora o dia da criança vamos refletir e tentar fazer a diferença.

Não precisa de muito. Conheça 03 exemplos de organizações que estão contribuindo para proporcionar um futuro melhor para essas crianças.





 
 
 
 
 
O ChildFund Brasil – http://www.childfundbrasil.org.br/









quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ROCK PARA PEQUENOS

 
No mês das crianças , uma boa dica de literatura.
 
 
 
 
Sinopse
O livro nasceu da união entre duas paixões: rock e crianças. Sem muita firula, com textos diretos e ilustrações coloridas, o livro apresenta para os pequenos esse incrível mundo do rock e alguns dos seus ícones. Os "personagens" foram escolhidos a dedo pela autora Laura D. Macoriello: Jimi Hendrix, Elvis Presley, Janis Joplin, David Bowie, Angus Young, The B-52s, The Rolling Stones, Chuck Berry, Steve Harris (Iron Maiden), Ramones, Beatles, Kiss e Ozzy Osbourne. Laura, mãe da pequena Olívia, sabe como é difícil ensinar bons hábitos/maneiras para as crianças, e por isso usou a tática de mostrar os ídolos como bons exemplos. Assim, Hendrix incentiva a escovação dos dentes, Elvis recomenda cabelos bem penteados e Bowie mostra a importância de respeitar as diferenças.O encanto visual de 'Rock Para Pequenos' é fornecido pelo traço do ilustrador mineiro Lucas Dutra. Ele deu vida e cores aos ídolos escolhidos pela autora, acrescentando detalhes que certamente vão agradar os pais roqueiros, que não resistirão a dar uma boa espiada no livro dos filhos. Eles vão curtir a caricatura estilosa do Joey Ramone, os detalhes na roupa do Steve Harris (camiseta do West Ham!) ou o cuidado de retratar o Chuck Berry com o modelo exato de guitarra que ele usa.



Ficha Técnica

Editora: IDEAL
ISBN: 856288507X
ISBN13: 9788562885075
Edição: 1ª Edição - 2013

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

ARTE E CIÊNCIA


À primeira vista parece difícil pensar em um ponto de encontro entre a arte e a ciência. Desde a infância aprendemos na escola disciplinas separadamente, sendo que na arte sempre se prezava pela subjetividade, criatividade e interpretação, e nas disciplinas científicas valorizava-se sempre a razão, o método e a obtenção de resultados concretos.

Comparando a criação científica e a artística observamos que na origem do ato criador o cientista não se diferencia do artista, apenas trabalham materiais diferentes do Universo. Ciência e arte tem uma origem comum, na capacidade para formular hipóteses, imagens, idéias, na colocação de problemas.
 

O segredo do sorriso de Mona Lisa não está nos códigos secretos ou em fórmulas mirabolantes, como muitos podem pensar. Na verdade, o mistério todo é solucionado quando vemos que o desejo de Leonardo da Vinci sempre foi a criação de uma “ciência visual”. A anatomia foi o campo escolhido por Da Vinci para retratar em sua arte as análises que fez ao longo de sua vida.


 
 
 
 
Leonardo ousou a operação que outros não haviam feito e tentou superar a distância que havia entre artes e ciências. Trazendo para a pintura conhecimentos da filosofia natural, modificou o significado da pintura.
 
 
As mentes científicas e artísticas são sensíveis às analogias e similaridades icônicas como bem registrou Einstein.


 
 
Exemplos como: Kekulé (químico alemão do século XIX), ele criou a fórmula da molécula do benzeno em analogia com o "Uroboros"(serpente que se morde a cauda).
 

 
E Edgard Allan Poe com seu ensaio "A Filosofia da Composição", se auto-intitula "engenheiro literário"ao mostrar o processo de composição literária que parte dos efeitos para as causas (feedback) na narrativa verbal.


Quando o músico produz um som, seja qual for o instrumento musical, ele está produzindo freqüências, timbres e intensidades que pertencem ao campo de estudo da física. Uma musica tocando é a combinação de diversas leis universais, e essas leis são imutáveis. Notas musicais são sempre as mesmas, o que difere, são as infinitas combinações obtidas de acordo com a criatividade musical do artista.


Físicos não precisam sair solando uma guitarra como Brian May (guitarrista da banda Queen), para conhecer e aplicar as leis físicas que regem o som e músicos não precisam saber física para cantar e tocar um instrumento, contudo eles sabem que sensíveis mudanças, como uma oitava de diferença entre um instrumento e outro, poderá resultar em perda de qualidade musical. Notas musicais combinadas formam seqüências, escalas e arranjos que resultam em belos e cativantes sons harmoniosos.



São muitos, em todo o mundo, os que reconhecem que as ciências e as artes se encontram e se fertilizam contínua e reiteradamente. Esse é um contraponto que vem de longe e que se afirma e reafirma no curso dos tempos modernos.




Conclui-se que a intuição sem conceito não existe e que o conceito sem a intuição é vazio, assim "a arte é a união do instinto (intuição) com a inteligência".
"A ciência descreve as coisas como são; a arte como são sentidas." (Fernando Pessoa)





BIBLIOGRAFIA:

Arte/Ciência: Uma consciência -Julio Plaza


Da Vinci: entre a arte e a ciência - Helena Stürmer


Variações sobre arte e ciência - Octavio Ianni












quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A CAVEIRA E O ROCK - COMO TUDO COMEÇOU


A imagem da caveira (e/ou do crânio) é a preferida dos artistas e entusiastas do Heavy Metal e Hard Rock. São representações que, além de oferecerem um extraordinário apelo visual, provocam interesse contínuo e atraem justamente por seu alto teor de repugnância. Mas no início não era assim e nem deveria ser assim.


A representação da caveira no meio artístico do Rock vem apresentando ininterruptas variedades e evoluções desde a década de 60 onde tudo começou graças a Banda The Greatful Dead .

Steal Your Face (SYF) é talvez a arte mais conhecida do The Greatful Dead , é uma caveira, branca, azul e vermelha com um raio.


Ela foi projetada por Owsley Stanley e Bob Thomas e foi originalmente usada como logotipo para marcar os equipamentos da banda. Owsley Stanley teve a idéia a partir de um sinal da autoestrada que viu na Califórnia, em 1969. Ele explicou a idéia de Bob Watson, que surgiu com o esboço original que começou como apenas um círculo com o raio e Ernie Fischbach, criou um estêncil e a marca foi logo colocada em toda a engrenagem da banda .


Apesar de Bob Thomas ter desenvolvido a caveira de relâmpago em 1969, somente quando foi utilizado para a capa do álbum da banda ao vivo de 1976 ‘Steal Your Face’ foi que ela entrou para a história do rock, com um sorriso desafiador e de deboche, comum às caveiras. Pronto, foi encontrado o melhor símbolo para o rock. Representando o exagero, o negativo, o perigo e a rebeldia, se encaixando perfeitamente com o inconformismo expresso na música. Tornando assim a caveira um ícone associado ao Rock.


E daí vem grande parte da ideologia do rock: a possibilidade de mudança, de virar tudo pelo avesso e criar uma nova ordem mundial diferente da vivida na atualidade. Além do sarcasmo no sorriso constante da imagem, da simbologia do perigo e da rebeldia, há a manifestação de contracultura.

 
Os acessórios e camisetas são uma ótima opção para usar as caveiras de uma forma mais discreta ou divertida. Fora que as caveiras dão um toque único a qualquer look!!!









quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Breve História do Rock


Nem só de preto se apresenta o Rock.

 A capa deste livro foi uma das inspirações para as Magnólias além de ser muito interessante. E o melhor, ele é no formato de pocketbook e cabe tranquilo na bolsa e você pode levar para onde quiser. 

 Breve História do Rock 

Autor -  Ayrton Mugnaini Jr.
 

Editora Claridade, 2007
 

 Sinopse: O rock'n'roll, embora derivado do blues norte-americano, reuniu através dos anos influências de toda parte para formar seu estilo próprio: escala pentatônica do blues, improvisação do jazz, marcação insistente das marchas militares, sutilezas rítmicas da rumba e do baião, a canção italiana. Este livro conta a história do rock  de forma detalhada, com explicação de seus elementos formadores e seu desenvolvimento desde os seus primórdios, antes da década de 1950 até hoje.

Sobre o Autor: Ayrton Mugnaini Jr, é jornalista, compositor, escritor e pesquisador de música popular em geral. Tem composições gravadas ou sampleadas por Nasi & Os irmãos do Blues, Thelma Chan, Pato Fu e outros. Foi integrante da primeira fase do grupo Língua de Trapo e da última formação do Magazine de Kid Vinil.

Tem publicado livros sobre Adoniran Barbosa, Chiquinha Gonzaga, Raul Seixas, John Lennon , Janis Joplin, Elvis Presley e outros. 
 

 



 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Born to Be Wild


É a canção de maior sucesso da banda de rock Steppenwolf formada em 1967 e composta em 1968. Ela é conhecida pelo seu clássico riff e é considerada um dos maiores hinos do rock'n'roll e dos motociclistas de todo o mundo.





sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ouça “God is Dead?” novo single do Sabbath

O Black Sabbath faz três shows no Brasil em outubro. O grupo, um dos mais importantes nomes do heavy metal em todos os tempos, se apresenta no dia 09 em Porto Alegre dia 11 em São Paulo; e dia 13 no Rio de Janeiro.



O Sabbath vem aos palcos brasileiros com a turnê de 13, primeiro álbum com Ozzy Osbourne nos vocais desde 1978, que chegou às lojas em junho. Além de Ozzy, Tomy Iommi e Geezer Butler também tocam, apenas o baterista Bill Ward se recusou a sair em turnê. O Megadeth é a banda de abertura das apresentações no Brasil.